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TECNOLOGIA

Professoras de Florianópolis ganham o Sinapse de Inovação por pesquisas com nanotecnologia

Publicado em 12/03/2018 - 16:01:34

Márcia Duarte e Gabriela Ferreira foram premiadas com R$ 60 mil para abertura das start ups e desenvolvimento de projetos e produtos por suas pesquisas para aplicação médica de biomateriais e nanopartículas


Professoras de Florianópolis ganham o Sinapse de Inovação por pesquisas com nanotecnologia

Duas professoras da UniSociesc, Marcia Duarte e Gabriela Kozuchovski Ferreira, foram premiadas no VI Sinapse de Inovação, na última quarta-feira, 7 de março, durante o Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa – Confap na sede da Acate – Associação Catarinense de Tecnologia, em Florianópolis. Cada uma recebeu R$ 60 mil da Fapesc para abertura da start up que irá desenvolver e comercializar os projetos.

O projeto da doutora em Engenharia Mecânica, Marcia Duarte, foi premiado por sua pesquisa de ponta na área dos biomateriais, de eletrofiação com foco na engenharia de tecido utilizando nanotecnologia. “É um equipamento todo automático para controle das mantas eletrofiadas utilizadas na área biomédica, para crescimento de pele artificial e em doenças periodontais (que atacam a gengiva). E o prêmio Sinapse vai ajudar muito com investimentos no projeto”, explica a professora, que coordenou o trabalho desenvolvido com a participação do aluno Bruno Martimiano Rodrigues e do mestre Daniel Kohls, ambos da Engenharia Mecânica da UniSociesc.

Gabriela Ferreira, pós-doutora em Farmacologia e Engenharia de Materiais, que dá aulas nos cursos da área da Saúde (Biomedicina, Enfermagem, Nutrição e Educação Física) da UniSociesc, foi premiada por seu projeto baseado na aplicação de nanopartículas de ouro no tratamento de diversas doenças, sobretudo a psoríase. “O ouro tem diversas propriedades farmacêuticas, é anti-inflamatório, antioxidante e rejuvenescedor. Meu estudo contempla a aplicação dessas nanopartículas de ouro em doenças inflamatórias, principalmente em doenças de pele. E o ouro também não tem a toxicidade que os remédios costumeiramente usados nesse tipo de tratamento”, diz a professora.