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CIDADES

Após oito anos, senegaleses de Florianópolis criam associação com apoio da SST

Publicado em 16/05/2018 - 15:43:56

A Associação dos Senegaleses foi criada com o objetivo de ajudar os imigrantes a se inserir na comunidade local


Divulgação
Após oito anos, senegaleses de Florianópolis criam associação com apoio da SST

Participar no desenvolvimento social, econômico, religioso, cultural e educacional da comunidade é um dos objetivos dos senegaleses que hoje vivem em Florianópolis. A partir da criação da “Associação dos Senegaleses”, eles terão mais força e mais oportunidades de realizar esse sonho.

Após oito anos da chegada dos senegaleses em Florianópolis, a associação foi instituída em plenária realizada na Secretaria de Assistência Social Trabalho e Habitação. A secretária, Romanna Remor têm realizado reuniões com os senegaleses para saber mais das suas peculiaridades e possibilidades dentro de suas habilidades.

 “Nossa função é de auxiliar, aproximar e criar oportunidade de debates e entendimento dos imigrantes com a secretaria de assistência social do município para que juntos possamos encontrar soluções”, explicou a secretária de assistência Romanna Remor. 

A SST também conhecida como ”Casa dos Direitos Sociais dos Catarinenses”, disponibilizou uma sala para que a associação possa realizar suas reuniões. Neste grupo são cerca de 30 senegaleses. Uma das primeiras conquistas da associação é que a Prefeitura de Florianópolis vai disponibilizar vagas para curso de português para os associados. 

“Nós orientamos a todos os imigrantes para que procurem o Centro de Referência de Atendimento ao Imigrante,CRAI, para que façam seu cadastro e assim possamos saber quantos são, o que fazem e como podemos ajudar” ressaltou a gerente de gestão do SUAS, Karina Gonçalves Euzébio.

Um dos objetivos da associação é propor projetos nos diferentes segmentos municipais e estaduais, para que todas as nacionalidades que ocupam a ilha possam participar ativamente. "Não queremos atrapalhar ninguém, fazer mal ao outro, mas precisamos trabalhar e nos sentir inseridos”, disse o presidente da associação Boubacar Mamadou.