Terra do Calçado, São João Batista reúne milhares de pessoas durante a FECCAT - Feira do Calçado Catarinense. Tornou-se município em julho de 1958, quando se desmembrou de Tijucas.São João do Sul foi fundada em 1834, com a chegada do capitão João de Amorim Pereira. Em 1836, chega o primeiro grupo de imigrantes - 132 colonos vindos da Sardenha, Itália, trazidos por uma sociedade particular de colonização.
Sua economia possui um vasto parque industrial e comercial, destacando-se a produção de calçados, principal fonte de subsistência do município, além das cerâmicas, fábricas de saltos e solas para calçados, móveis, esquadrias, farinha de mandioca, cartonagem, beneficiamento de couro, etc.
São João Batista é a cidade pólo do setor calçadista. Além do mercado catarinense, a produção, que em 70% é voltada para o mercado feminino, abastece os estados do Sul e Sudoeste. Das empresas calçadistas, 50% são de pequeno porte, 30% de médio e 20% de grande porte, e possuem cada uma entre 120 e 150 empregados. Toda essa mão-de-obra migrou de uma Usina de açúcar que fechou em 1991 e deixou sem emprego cerca de 800 trabalhadores.
A partir daí, o setor calçadista não parou mais de crescer e hoje movimenta a renda de 60% dos 13 mil moradores de São João Batista. As outras empresas sediadas no município, são do setor moveleiro, de esquadrias e de farinha de mandioca, mas que juntas não chegam a representar 5% do parque industrial de São João Batista. Na agricultura, ainda são desenvolvidas a cultura de muitos produtos que contribuem para a economia do município. O principal deles é o fumo, com uma produção de 2.520 toneladas/ano e pela mandioca com 3,6 mil toneladas/ano. São 703 propriedades rurais que cultivam uma área de 1.800 hectares e mantém 60% da população vivendo no campo.
Com uma média familiar mensal em torno de dois salários mínimos, o município não registra índices positivos de desemprego. A mão-de-obra excluída das indústrias é imediatamente absorvida na agricultura. Cerca de 90% da população está alfabetizada e a rede de ensino local consegue atingir todas as crianças em idade escolar. Da população urbana, 98% dos domicílios são abastecidos com água tratada e luz.
O município faz parte da história dos imigrantes que ocuparam o Estado no Século passado. Em 1836, 136 colonos vindos da Sardenha fundaram a primeira colônia de Santa Catarina, que recebeu o nome de Nova Itália. Nesta época, os italianos se ocuparam da principal atividade econômica da cidade: a agropecuária. E sequer imaginavam que os sapatos um dia substituiriam sem deixar saudades as imensas lavouras de cana-de-açúcar. |
| Data
de fundação |
19
de julho de 1958 |
| Data
festiva |
19
de julho (aniversário da cidade) e 24 de
junho (Dia de São João Batista, padroeiro
da cidade |
| Atividades
econômicas |
Indústria calçadista e comércio
de calçados. |
| População |
17.000
habitantes |
| Colonização |
Açoriana
e italiana |
| Localização |
Grande
Florianópolis, a 70km da capital |
| Área |
204
km2 |
| Clima |
Temperado,
com temperatura média entre 15ºC e 25ºC |
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| ATRATIVOS TURISTICOS |
Situada no Vale do Rio Tijucas, São João Batista destaca-se pela produção de calçados – são 150 indústrias voltadas para o setor. Colonizada por italianos, teve a sua economia inicialmente baseada na agricultura, até surgirem as fábricas de calçados, que transformaram a cidade num dos maiores pólos calçadistas no Estado.
Destaque para os pavilhões de venda de calçados, na maioria localizados à beira da rodovia SC-411, nos meses de janeiro e fevereiro, São João Batista promove uma grande feira de calçados, a Feira do Calçado Catarinense, atraindo milhares de turistas. Acesso pela SC-411, que liga a BR-101 a Gaspar, passando por Brusque. A entrada fica 24km depois de Tijucas, passando por Canelinha |
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